full screen background image

Ator Alex Diaz é tirado do armário por personal trainer

O ator filipino Alex Diaz revelou que é bissexual depois de ser tirado a força do armário por seu personal trainer, Miguel Chanco, nas redes sociais.

Indignado, Chanco publicou prints de uma conversa com Diaz, onde o ator perguntava se ele aceitaria uma “proposta indecente”.

Com a exposição dos prints, Diaz foi ao Instagram para se falar abertamente sobre sua sexualidade pela primeira vez, assumindo o erro e pedindo perdão pelo que fez com seu (até então) treinador.

Print do chat entre Alex e Miguel.

Em um longo post no Instagram, Diaz escreveu: “Peço perdão à minha gerência, às marcas, apoiadores, amigos, minha família e todos os outros que decepcionei com o que fiz e / ou quem sou. Sinto muito, eu estava errado em minhas ações e falhei em manter os valores que eu tento transmitir com veemência online”.

O ator Alex Diaz.

E continuou: “Não era minha intenção machucar ninguém (…). Nunca mais ficarei arrasado com o medo do que pode ser dito sobre quem eu sou por medo de perder minha carreira. Em vez disso, procurarei ajuda e defenderei a mudança, aceitação e representação da comunidade bissexual e / ou de qualquer pessoa que sofra preconceito em nossa sociedade.”

Fonte: Poenaroda

Por
Pedro HMC

Caio Castro manda beijo para Grazi Massafera e nega estar namorando

Caio Castro mandou um beijo para Grazi Massafera durante a gravação do Altas Horas, da Globo, que será exibido no próximo sábado, 26. Após o recado, a plateia reagiu com um “ah” romântico, porque, apesar de negarem que estão namorando, os dois têm compartilhado momentos juntos fora das novelas em que atuam: ele em A Dona do Pedaço e ela em Bom Sucesso.

“Eu queria mandar um beijo muito especial para uma pessoa que está assistindo a gente, queria mandar um beijo pra Grazi Massafera”, disse o ator no programa, em um trecho divulgado pelo GShow; assista aqui.

Nesta quarta-feira, 23, Caio Castro disse, em entrevista ao Fofocalizando, do SBT, que não está namorando. “Estou feliz, eu sempre estou feliz, namorando ou não. Sou um cara que sei lidar muito bem com a solidão… não com a solidão, mas [com] não ter alguém para dividir, [com não ter] uma namorada”, afirmou ele. Perguntado se estava namorando ou não, ele foi categórico: “não estou namorando”.

O ator falou ainda sobre relacionamentos. “Eu acho que eu demoro um pouquinho para ir, também para não me machucar. Mas aí, quando eu vou também, aí segura, aí eu me jogo”, afirmou. “Se é para se apaixonar, se apaixona de verdade”, disse.

Os rumores sobre os dois estarem em um relacionamento começaram em setembro, quando os artistas teriam se beijado na festa de aniversário de Luciano Huck, segundo informou o site Notícias da TV. Desde então, eles têm sido vistos juntos, inclusive passeando de mãos dadas.

Fonte: MSN

Homens que jogam muito videogame fazem menos sexo, diz pesquisa

Segundo um estudo publicado pelo Journal of Sexual Medicine, homens que passam muitas horas jogando videogame demonstram menos vontade de fazer sexo do que homens que não são adeptos dos jogos eletrônicos. O levantamento revelou ainda que o hábito de jogar videogame pode liberar altos níveis de dopamina no organismo, um neurotransmissor da recompensa, ele costuma ser liberado na corrente sanguínea antes e durante o prazer sexual. Com isso os homens que jogam muito videogame poderiam apresentar uma maior tolerância ao hormônio, o que pode levar a uma queda no interesse sexual. Outra possibilidade é que o estresse induzido pelo videogame pode levar a hiperprolactinemia, um excesso de prolactina, que pode causar perda da libido e impotência. Para a realização do estudo, pesquisadores da Universidade de Sapienza de Roma realizaram um questionário com 396 homens entre 18 e 50 anos. Mas não fique achando que só tem coisas negativas em jogar seu PlayStation. Segundos os pesquisadores, os homens que jogavam uma hora de videogame por dia também apresentavam menos episódios de ejaculação precoce.

6 coisas que todo LGBT gostaria que seus pais soubessem ao se assumir…

Um dos maiores dilemas na cabeça de qualquer LGBT, com certeza é o momento de contar para a família. O receio de decepcionar os pais, o medo da não aceitação, e em muitos casos, até o corte dos laços familiares ou a expulsão de casa. São muitas as questões e ameaças.

O nosso momento de sair do armário para os pais, é o momento de testar a homofobia de quem é a nossa base, e ver se, junto de nós, eles também saem do armário, ou mostram que também são vítimas do preconceito da sociedade condena seus filhos. A negativa neste momento, é muito triste, pois, se nossos pais não são por nós, quem será?

Mas afinal, o que a gente gostaria que eles soubessem neste momento, que para nós, também é muito difícil? Veja abaixo uma lista de 6 coisas que (pelo menos quase) todo LGBT gostaria que seus pais soubessem nesta hora.

Vale lembrar que a lista é parte retirada da obra “Um Livro para ser entendido”, que você pode adquirir.

1. EU NÃO MUDEI
Por mais que você não acredite agora, eu continuo sendo o mesmo. A diferença é que agora você sabe mis uma característica minha: por quem eu me atraio. Mas isso não muda nada. Você poderia até não saber, de repente, mas mesmo assim, decidi te contar pra não ter que esconder de você parte tão importante sobre quem sou eu. Mas fique tranquilo, mais uma vez, eu sou a mesma pessoa de antes. Bem, quase a mesma pessoa. Talvez só um bocado mais aliviado por ter me aberto e tirado um peso das costas ao finalmente te deixar saber isso, sem precisar mais te enganar ou fingir.

2. TAMBÉM TIVE QUE ME ACEITAR
Eu entendo que talvez seja difícil pra você aceitar isso de cara, afinal, também passei por todo um processo pra ME entender e ME aceitar bem antes de agora. Imagina você que está de fora então e não viveu essa situação na pele como eu, e está descobrindo isso só agora?! Eu te entendo, relaxa. Mas lembre-se que, se está sendo difícil pra você, muito antes disso, também não foi fácil pra mim.

3. POR QUE SÓ TE CONTEI AGORA?
Não se sinta traído. Se eu escondi essa minha característica de você até agora, foi só medo de que você me rejeitasse. Doeria demais. Mas a dor de ficar escondendo ou te enganando, se tornou maior do que o medo da rejeição. Também posso ter demorado um bocado pra colocar isso pra fora porque, antes de TE assumir, tinha que ME assumir, quero dizer, pra mim mesmo. E é um processo ainda mais difícil do que contar pra você!

4. ACEITA QUE DÓI MENOS
Não adianta me apresentar a filha do vizinho, arrancar meus pôsteres da Britney da parede ou me obrigar a jogar futebol. Eu posso até achar a vizinha bonita, posso saber a coreografia de Oops ou Me Against The Music, amar ou odiar o Timão e nada disso vai me fazer deixar de ser gay, assim como nada disso me fez ser hétero. É um desperdício de energia e tempo pensar que eu posso mudar ou que qualquer gosto influencie na sexualidade. Sai dessa e aceita, porque isso não vai mudar, ok? Até porque, bem antes de você saber, provavelmente já considerei muitas vezes essa hipótese e vi que não era possível.

4. SAIA DO ARMÁRIO VOCÊ TAMBÉM!
Calma! Eu não quero dizer que você pai seja gay, ou você mãe seja lésbica. Mas pais e mães de gays não só podem como devem sair do armário com seus filhos. Vocês podem tornar a vida do filho muito mais fácil quando não escondem que tem filhos gays. Muitos pais até se esforçam e aceitam pra si, mas aí escondem da família, dos amigos, evitam determinados assuntos por aí, criam namoradas imaginárias pro filho no churrasco da família, tudo pra ninguém saber que o filho é gay, achando que isso vai preservá-lo, ou preservar a própria imagem. Na realidade, isso apenas cria uma sensação no filho de que ele é errado e também deve esconder quem ele é. Faz um mal tremendo pra autoestima, autoimagem e segurança, além de passar a mensagem errada. Errada está a sociedade em não respeitar, não seu filho em ser simplesmente quem ele é. Pai ou mãe, você não devia gostar quando seu filho adolescente pedia pra parar o carro na esquina antes da escola, por vergonha de você, lembra? Pois bem, você estaria fazendo a mesma coisa de maneira muito, muito pior.

5. VOCÊ QUER CHAMAR ATENÇÃO!
É verdade que quando criança fiz muito pra chamar atenção, pra te contrariar ou simplesmente conseguir o que queria. Aliás, sou craque nisso desde cedo quando minha maior ambição era a próxima mamadeira. Mas sinceramente, o que eu iria conseguir contando que sou gay? Se é pra chamar sua atenção, certamente existem maneiras menos nocivas do que correndo o risco de levar uma lampadada na cabeça na Paulista.

6. EU TE AMO
Eu sou seu filho e acima de tudo e eu te amo. Espero que você me compreenda e me respeite, até porque nada pode doer mais do que ser rejeitado por quem a gente mais ama, principalmente se esse alguém é presente desde que nos entendemos por gente. Se você não me aceita, eu lamento muito, mas preciso ser eu mesmo. Ainda que eu venha de você, isso não significa que eu vá corresponder a todas a suas expectativas, até porque elas são suas e não minhas. E a vida é minha e não sua. De qualquer forma, serei paciente até que você busque conhecimento e reveja seus conceitos e preconceitos. E estarei aqui pra nos abraçarmos novamente quando você quiser. Agora, se você entende, muito bom! Fico ainda mais orgulhoso de você por não colocar o preconceito na frente da nossa relação. Claro que nosso amor não deixaria de existir de qualquer forma, mas fico muito feliz que ele tenha passado tranquilamente por essa prova e possa continuar sendo expressado e vivido incondicionalmente como deve ser.

O texto acima é parte integrante da obra “Um Livro para ser entendido”, que você pode adquirir neste link para ler na íntegra.

Pessoas bonitas têm relacionamentos mais curtos, diz estudo

Segundo uma pesquisa realizada pelo departamento de psicologia de Harvard, nos Estados Unidos, pessoas tidas como bonitas são mais propícias a terem relacionamentos menos duradouros. A descoberta surgiu a partir da junção de quatro pesquisas distintas e foi publicado no periódico científico Personal Relationships. Uma dessas pesquisas, feita com 238 participantes, mostrou que pessoas consideradas atraentes durante os anos de colegial tiveram casamentos mais curtos e eram mais suscetíveis ao divórcio. Depois, o mesmo estudo foi realizado, só que desta vez os objetos de análise foram 130 celebridades. A conclusão foi a mesma do primeiro levantamento.

O terceiro trabalho analisou 134 pessoas e mostrou que pessoas bonitas costumam planejar o próximo relacionamento e estão em busca de parceiros igualmente atraentes, até mesmo quando já estão comprometidos em uma relação. O quarto estudo, que analisou 156 participantes, descobriu que pessoas que se sentiam mais bonitas consideraram outras pessoas mais atraentes do que aqueles que se sentiam feios ou não tão bonitos.

A conclusão final foi de que pessoas bonitas estão mais propensas a terminarem seus relacionamentos por não terem muita força de vontade para manter a relação de forma saudável. As cientistas criadoras do estudo disseram que a beleza pode trazer a sensação para essas pessoas de que existem opções melhores fora da relação e do que ela vive hoje.

Conheça a atitude que as mulheres detestam na cama

Na cama vale tudo, mas há coisas que não devem ser feitas, ao menos para a maioria das mulheres. De acordo com o relatório “Os orgasmos das mulheres funcionam como uma realização de masculinidade?”, pior do que ejaculação precoce, existe uma atitude masculina que as mulheres detestam. Qual a unanimidade? Homens que se gabam do próprio desempenho. Publicado no “Journal of Sex Research”, o estudo aponta que todo o desempenho pode ser arruinado se o cara começa a falar sobre o quão bom é na cama. A má notícia: a maioria deles parece ter o hábito. O site Delas, com informações do portal britânico “The Sun”, afirma que o ego masculino aumenta após um bom desempenho no sexo, mas a vanglorização disso faz com que a parceira perca o interesse.

Outro detalhe revelado pela pesquisa: a maior parte das mulheres se satisfaz com 19 minutos de sexo, enquanto apenas 15% delas prefere sexo com maior tempo de duração.

Superar rejeição amorosa equivale a vencer um vício, revela estudo

Quem nunca sofreu por amor, que atire a primeira pedra! O fato é que a dor de se apaixonar e não ser correspondido ou uma relação que chegou ao fim podem causar muito sofrimento e há uma explicação biológica pra isso.

Segundo uma nova pesquisa feita pela Rutgers University, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, a rejeição de uma amante pode ser semelhante a ter de se livrar de um vício. O estudo, publicado na edição de julho do Journal of Neurophysiology, é um dos primeiros a examinar o cérebro de pessoas que tiveram o “coração partido” recentemente e que têm dificuldade para superar o seu relacionamento.

Os pesquisadores estudaram o cérebro de 15 voluntários (10 mulheres e 5 homens) com idade universitária e que tinham terminado um relacionamento, mas que ainda amavam a pessoa que os havia rejeitado. A duração média das relações era de cerca de dois anos, sendo que dois meses haviam se passado, em média, desde o rompimento dos relacionamentos. Todos os participantes tiveram altas pontuações em um questionário que psicólogos utilizam para medir a intensidade dos sentimentos românticos. Os participantes também disseram ter gasto mais de 85% de suas horas acordados pensando em quem os rejeitou.

Após o levantamento de dados, os cientistas descobriram que, enquanto olham para as fotografias dos antigos parceiros, homens e mulheres com o coração partido têm ativadas as regiões cerebrais associadas com recompensa, ânsia do vício, controle das emoções e sentimentos de apego, dor física e angústia. Esses resultados fornecem respostas sobre os motivos pelos quais pode ser muito difícil para alguns superar uma ruptura e porque, em alguns casos, as pessoas são levadas a cometer atos extremos, como perseguições e homicídios, depois de perder o amor.

“O amor romântico é um vício”, disse a autora da pesquisa Helen E. Fisher, antropóloga biológica. “É um vício muito poderoso e maravilhoso, quando as coisas estão indo bem e um vício horrível quando as coisas estão indo mal”, disse ela.

Os pesquisadores desconfiam que a resposta do cérebro à rejeição romântica possa ter uma base evolutiva. “Provavelmente os circuitos do cérebro para o amor romântico desenvolveram-se há milhões de anos para permitir que os nossos antepassados concentrassem sua energia de acoplamento em apenas uma pessoa por um tempo e iniciar o processo de acasalamento”, acredita a pesquisadora.

“E quando você é rejeitado no amor, é como se perdesse o maior prêmio da vida, ou seja, um parceiro para o acasalamento”. Segunda Fisher, este sistema do cérebro é ativado para ajudar ao rejeitado a tentar conquistar a pessoa de volta, para que se concentre nela e tente recuperá-la.

Tempo é cura tudo

Até parece frase pronta do seu melhor amigo, quando te vê na merda, mas é verdade. A notícia boa é que a velha máxima do “tempo é o melhor remédio” também vale para as pessoas romanticamente rejeitadas. Os pesquisadores observaram que quanto mais o tempo tinha passado desde a separação, menor atividade havia em uma região do cérebro associada ao prazer e à recompensa.

As áreas do cérebro envolvidas na regulação da emoção, a tomada de decisão e avaliação também foram ativadas quando os participantes viram a foto do seu ex-amor. “Isto sugere que os participantes estavam aprendendo a partir de sua experiência romântica passada, avaliando os seus ganhos e perdas e descobrindo como lidar com a situação”, disse Fisher.

Estes resultados sugerem que falar sobre sua experiência, ao invés de simplesmente “curtir” o sofrimento, pode ter benefícios terapêuticos para o apaixonado. “Parece ser saudável para o cérebro, ao invés de apenas ficar nadando em desespero, pensar sobre a situação de forma mais ativa e tentar trabalhar uma forma de lidar com isso”, explica Fisher.

Grandes expectativas, grandes solavancos

Quer dizer que não estamos preparados para viver frustrações no amor? Que sofrer demais não é normal? E onde começa essa dor que parece não ter fim? Dá para dizer que a grande vilã do processo é a expectativa, e, quanto maior ela for, é fato, maior será o tombo. Mas não tem como fugir dessa preparação para algo que ainda está por vir. “Desde a infância, vivemos uma formação de expectativas. Começar na escola, passar no vestibular, se formar, arrumar um emprego…”, explica o psicoterapeuta Chris Allmeida. “O erro é tentar reproduzir esse comportamento nas relações humanas – esperar algo ou prever o comportamento do outro”, diz.

E, não tem jeito, em muitas ocasiões é inevitável gerar expectativas. Mas se uma relação acabou, o melhor remédio é sacudir a poeira e seguir em frente. Parte desse exercício de sanidade mental é entender que as decepções, maiores ou menores, são um efeito colateral da vida, mas também passa por ter uma visão menos egocêntrica e mais humilde da própria existência a de que mundo não gira só ao nosso redor. “É importante adaptar os desejos à realidade, mas compreender que nem sempre isso será possível”, fala o psicoterapeuta.

Tristeza fora do comum

Mas como avaliar se sofremos com discernimento? De acordo com o psicoterapeuta Chris Allmeida, o normal é que o sofrimento provocado por uma desilusão tenha um pico nas primeiras 24 horas e nos dias seguintes comece a decair. “Ficar triste não é uma doença, mas a manutenção da tristeza e de abandono merece ser estudado”, avalia. “É a lamúria e a lamentação que alimentam a decepção”, diz o especialista. Os indivíduos que estão passando por esse tipo de alteração emocional apresentam sinais que fazem parecer que a vida estivesse acabado após sofrer a mágoa. São os chamados sintomas de definhamento”, quando a pessoa entra em um processo externo de autodestruição: fica isolada socialmente; come exageradamente ou não se alimenta; fica depressiva e relaxada com a sua própria higiene.

Criaram um app que permite fazer sexo pelo smartphone com 12 tipos de orgasmo

Eu já vi e tudo nessa vida, principalmente sobre sexo, que é um assunto bastante recorrente aqui no Superpride e que vocês amam. Mas a gente não tá sabendo lidar com uma empresa gringa que acaba de lançar uma loja virtual erótica chamada O-Cast.

Os criadores a consideram uma espécie de iTunes, mas, em vez de músicas, filmes e séries, o espaço armazena movimentos sexuais que são enviados através do smartphone para uso em vibradores.

A ideia é que a pessoa possa usar um aplicativo para gravar padrões lambendo a tela. Esses dados são enviados para o O-Cast e, de lá, podem ser baixados em um vibrador com conexão Bluetooth. Assim, casais que estiverem separados poderiam se manter sexualmente ativos mesmo a distância. “Você também pode usar o dedo”, disse o porta-voz da empresa, Darren Press, ao Huffington Post.

Dono de várias outras empresas ligados a sexo, como o CamSoda, um site de entretenimento adulto com “cam models”, que são mulheres que cobram por sessões virtuais de exposição erótica, o executivo pediu que algumas delas testassem o O-Cast e se diz surpreso com a resposta positiva que recebeu.

Charley Hart, uma das modelos, disse ao HuffPost que a novidade pode expandir as possibilidades do seu trabalho, já que um cliente poderia pagar taxas extras para interagir com ela através do aplicativo. Outra ideia é usar a plataforma como método de treinamento.

O próprio Press pensa em algo do tipo. Atualmente, há 12 exemplos de “orgasmos” disponíveis para download na loja virtual, mas outros devem ser adicionados à medida que os usuários começarem a fazer upload de suas performances.

Esta não é a primeira vez que Press faz apostas num modelo de loja virtual. Há alguns meses ele lançou um produto parecido com o O-Cast, mas para sexo oral em homens. Naquele caso, uma pessoa efetuaria a prática usando um pênis artificial, os dados seriam enviados para a internet e depois carregados numa espécie de “luva”, que seria usada pelo homem a receber a prática.

Mas, enquanto o vibrador do O-Cast custa US$ 100, a tal “luva” sai por US$ 250, o que fez com que as vendas não dessem muito resultado. “O dispositivo para aquilo é caro. É o melhor do seu tipo, mas ainda não está no ponto”, admitiu ele.