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DANILO DA D9 FOI PRESO NO GOLFO PÉRSICO, BRASIL SOLICITOU EXTRADIÇÃO

O brasileiro Danilo Santana, conhecido como Danilo da D9, foi detido assim que desembarcou no aeroporto do país Emirados Árabes Unidos. Em dezembro de 2017 a justiça do Rio Grande do Sul decretou a prisão preventiva de Danilo Santana, desde então o nome do mesmo foi incluído na difusão vermelha da Interpol (Polícia Internacional) – índex dos mais procurados em todo o mundo.

Danilo foi o fundador da D9 Empreendimentos e é acusado de criar um esquema de pirâmide financeira, que funcionava em vários estados do país, por meio da internet, e tinha como foco apostas em jogos de futebol.

Conforme a Polícia Civil na Bahia, que investiga o caso, a pirâmide pode ter dado um lucro de cerca de R$ 200 milhões aos empresários envolvidos.

O juiz Ricardo Andrade, da 1° Vara Crime de Sapiranga, foi comunicado sobre a prisão de Danilo Santana, e foi concedido o prazo para ele solicitar a extradição, que será analisado por uma comissão do país.

Segundo informações, Danilo Santana foi detido em fevereiro, mas está em liberdade, porém, não pode sair do país, seu passaporte ficou apreendido. Paralelo a isso, Danilo propôs um termo de acordo de cooperação para pagar e compensar as possíveis pessoas lesadas.

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Ônibus tomba na BR-381 e mata pelo menos seis pessoas

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Pelo menos seis pessoas morreram em um grave acidente na manhã deste domingo (12), na BR-381, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com informações da Autopista Fernão Dias, um ônibus de turismo, que seguia da Bahia para São Paulo, tombou na rodovia. Ainda segundo a Autopista, o veículo seguia sentido São Paulo, quando na altura no quilômetro 525, na Serra de Igarapé, perdeu o controle em uma curva e tombou. Até o momento, o Corpo de Bombeiros confirmou seis mortes, sendo cinco adultos e um bebê de nove meses. A corporação informou que pelo menos 11 feridos foram conduzidos ao hospital.

Aliado de Michel Temer entrega mala com R$ 500 mil em dinheiro vivo à PF

Deputado afastado Rocha Loures entregou a mala, que estava ‘desaparecida’ desde o flagrante contra ele, pessoalmente, à Polícia Federal de São Paulo

Deputado afastado Rodrigo Rocha Loures é apontado como intermediário de Michel Temer para assuntos do grupo J&F
Agência Câmara

Deputado afastado Rodrigo Rocha Loures é apontado como intermediário de Michel Temer para assuntos do grupo J&F

O deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) entregou, na noite desta segunda-feira (22), na sede da Polícia Federal de São Paulo, a mala preta com R$ 500 mil em dinheiro, que estava ‘desaparecida’ desde a noite do dia 24 de abril – quando o parlamentar, aliado do presidente da República, Michel Temer (PMDB), foi flagrado com ela.

Segundo José Oliveira Lima, advogado de Loures, o deputado afastado entregou a mala pessoalmente à PF. Apontado como intermediário de Michel Temer para assuntos do grupo J&F com o governo, Loures foi filmado recebendo a mala de dinheiro e saindo apressado do estacionamento de um pizzaria nos Jardins, na zona sul da capital

Entenda o caso envolvendo Temer

Segundo as investigações da PF, o presidente indicou o então deputado para resolver uma disputa relativa ao preço do gás fornecido pela Petrobras à termelétrica do grupo JBS.

O empresário Joesley Batista , um dos donos da JBS, marcou um encontro com Rocha Loures em Brasília e contou sobre sua demanda no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Pelo serviço, Joesley ofereceu propina de 5%, e o deputado deu o aval.

Depois disso, o deputado afastado foi filmado pela PF recebendo uma bolsa com R$ 500 mil enviados por Joesley, após combinar pagamento semanal no mesmo valor pelo período de 20 anos. Apenas a primeira parcela de R$ 500 mil teria sido paga, segundo a delação dos irmãos Batista.

Após os desdobramentos da denúncia, o presidente afastou a possibilidade de renúncia e reiterou que jamais discutiu qualquer pagamento feito pelo JBS à Eduardo Cunha.

A defesa do presidente argumentou neste sábado (20) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a perícia no áudio entregue pelo empresário Joesley Batista à Procuradoria-Geral da República (PGR) é necessária para justificar a investigação contra o presidente.

Em pronunciamento na tarde deste sábado (20), no Palácio do Planalto, em Brasília, o presidente da República, Michel Temer, afirmou que vai solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão do inquérito aberto contra ele. O presidente subiu o tom, e chegou a chamar Joesley Batista de “criminoso”.

Fonte: Último Segundo – iG 

PF cumpre mandados de prisão contra Agnelo, Arruda e Filippelli

A Polícia Federal está nas ruas do DF desde as primeiras horas desta terça-feira (23/5) em mais um desdobramento da Lava Jato. Há mandados de prisão temporária contra os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT), José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), assessor especial do presidente Michel Temer. Outros alvos são agentes públicos, ex-servidores e construtoras que prestaram serviços a três gestões do GDF.

O objetivo é investigar fraudes e desvios de recursos públicos em obras de reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014. Orçada em R$ 600 milhões, a arena brasiliense custou mais de R$ 1,8 bilhão. As investigações decorrem das delações de ex-executivos da Andrade Gutierrez, que construiu a arena em consórcio com a Via Engenharia. A Justiça determinou a indisponibilidade de R$ 60 milhões de 13 envolvidos no esquema. Clóvis Primo, um dos delatores e executivo da Andrade Gutierrez, afirmou que, antes mesmo da formação do consórcio que venceu a licitação para construir a arena, já havia um acerto, em 2009, que determinava o recebimento de 1% do valor em propinas para o então governador Arruda. Mesmo após a prisão de Arruda, em 2010, o acordo de propina foi mantido.

Rogério Sá, outro executivo da Andrade Gutierrez, também afirmou que Agnelo Queiroz recebia propina de diretores da empreiteira. No caso do petista, no entanto, não havia, segundo a delação, um percentual estabelecido. Mas, segundo Rogério Sá, Agnelo teria pedido valores para o PT.

Há agentes nas casas de Arruda, na Quadra 5 do Park Way; Agnelo, no Conjunto 4 do Setor de Mansões Dom Bosco; e no Lago Sul, onde mora Filippelli.

MICHAEL MELO/METRÓPOLESMichael Melo/Metrópoles

Agentes da PF estão na casa de Agnelo Queiroz

 

Conluio
A hipótese investigada pela Polícia Federal é que agentes públicos, com a intermediação de operadores de propinas, tenham realizado conluios e assim simulado procedimentos previstos em edital de licitação. A reforma do Mané Garrincha, ao contrário dos demais estádios da Copa do Mundo financiados com dinheiro público, não recebeu empréstimos do BNDES, mas sim da Terracap, mesmo que a estatal não tivesse este tipo de operação financeira prevista no rol de suas atividades.

Em razão da obra do Mané Garrincha – a mais cara arena de toda Copa de 2014 – ter sido realizada sem prévios estudos de viabilidade econômica, a Terracap, companhia estatal do DF com 49% de participação da União, encontra-se em estado de iminente insolvência.

Para recolher elementos que detalhem como operou o esquema criminoso que superfaturou a obra e lesou os cofres do GDF e da União, os cerca 80 policias envolvidos na operação foram divididos em 16 equipes. Devem ser cumpridos, no total, 15 mandados de busca de apreensão, dez mandados de prisão temporária, além de três conduções coercitivas. As medidas judiciais foram determinadas pela 10ª Vara da Justiça Federal no DF, todas as ações ocorrem em Brasília e arredores.

Ouvidos pelo Metrópoles, os advogados de Arruda, Paulo Emílio Catta Preta, e de Agnelo, Paulo Guimarães, informaram que estão tentando revogar os mandados de prisão.

Panatenaico
O nome da operação é uma referência ao Stadium Panatenaico, sede dos jogos panatenaicos, competições realizadas na Grécia Antiga que foram anteriores aos jogos olímpicos. A história desta arena utilizada para a prática de esportes pelos helênicos, tida como uma das mais antigas do mundo, remonta à época clássica, quando estádio ainda tinha assentos de madeira.

A construção foi toda remodelada em mármore, por Arconte Licurgo, no ano 329 a.C. e foi ampliado e renovado por Herodes Ático, no ano 140 d.C., com uma capacidade de 50 mil assentos. Os restos da antiga estrutura foram escavados e restaurados, com fundos proporcionados para o renascimento dos Jogos Olímpicos. O estádio foi renovado pela segunda vez em 1895 para os Jogos Olímpicos de 1896.

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Michel Temer fala ao Brasil: “Não renunciarei”

O presidente da República, Michel Temer, afirmou há pouco, em pronunciamento à nação, que não deixará o cargo. “Não renunciarei. Repito: não renunciarei.” Visivelmente abalado e com um tom de voz ríspido, o peemedebista exigiu investigação rápida sobre o escândalo que abalou a gestão dele. “Solicitei oficialmente ao Supremo Tribunal Federal acesso a esses documentos. Mas até o presente momento, não o consegui.”

“Quero deixar claro e dizer que o meu governo viveu, nesta semana, o seu melhor e o seu pior momento. Os indicadores de queda da inflação, o retorno da economia e dados de geração de empregos criaram esperança de dias melhores. O otimismo retomava, e as reformas avançavam no Congresso. Ontem, contudo, a gravação clandestinamente trouxe de volta o fantasma de crise política de proporção ainda não mencionada. O imenso esforço de tirar o país da recessão pode se tornar inútil”, afirmou o presidente.

PGR pede prisão de Aécio Neves, mas ministro Fachin nega

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB), formulado com base na delação premiada de Joesley Batista, da JBS. A solicitação foi feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Apesar da negativa, Fachin mandou afastar o senador do exercício do mandato.

O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, informou que a Casa afastou o senador assim que foi notificado oficialmente da decisão de Fachin, relator da Lava Jato. O parlamentar tucano foi automaticamente afastado das atividades parlamentares.

Havia expectativa de que o pedido de prisão de Aécio fosse levado ao plenário do STF, nesta quinta-feira (18/5), para avaliação do corpo de ministros. No entanto, o ministro decidiu a questão monocraticamente, negando-a. Desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (18/5), a Polícia Federal e o Ministério Público Federal fazem operação, no âmbito da Lava Jato, em Brasília, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Os alvos são o senador Aécio Neves; a irmã dele, Andrea Neves; e Altair Alves, considerado braço direito do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB).

A ação ocorre um dia depois de a delação de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, revelar que o tucano teria pedido R$ 2 milhões para pagar sua defesa na Lava Jato.

A Procuradoria também pediu a prisão do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que teria sido indicado pelo presidente Michel Temer para resolver assuntos da J&F e foi filmado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Fachin também negou esse pedido.

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Aécio é alvo de operação após delação da JBS. STF determina seu afastamento

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal fazem operação nesta quinta-feira (18/5), no âmbito da Lava Jato, em Brasília, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. O alvo é o senador Aécio Neves (PSDB); a irmã dele, Andrea Neves; e Altair Alves, considerado braço direito do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB). A ação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou os afastamentos do tucano do mandato de senador e de Rocha Loures (PMDB-PR) do de deputado federal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao STF a prisão de Aécio. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, vai submeter a solicitação ao plenário do Supremo.

A ação ocorre um dia depois de a delação de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, revelar que o tucano teria pedido R$ 2 milhões para pagar sua defesa na Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridos mandados de busca a apreensão nos apartamentos dos investigados. Já estão presos o procurador da República Ângelo Goulart Villela e o advogado Willer Tomaz, supostamente ligado a Cunha.

Villela é integrante da força-tarefa da Operação Greenfield, que apura desvios de recursos em fundos de pensão, e, de acordo com a delação da JBS, estaria repassando informações sigilosas aos investigados. Contra a irmã do senador tucano foi expedido mandado de prisão. Ela não foi encontrada pela PF e a Interpol acionada.

Todas as medidas, inclusive o afastamentos de Aécio e Loures, foram determinadas pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo. No Rio de Janeiro, os agentes estão em Ipanema, na casa de Aécio; Copacabana, onde a irmã tem apartamento; e Tijuca, casa de Altair.

O gabinete do parlamentar em Brasília também está sendo devassado, assim como os dos senadores Zezé Perrela (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures. Há, ainda, busca e apreensão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde atuaria o procurador preso, e na casa de Aécio, no Lago Sul.

Encontro
Aécio e Joesley teriam se encontrado em 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo. Um trecho do diálogo foi revelado pelo O Globo. Segundo o jornal, o diálogo gravado durou cerca de 30 minutos. “Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, propôs Joesley.

“Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do c…”, teria respondido Aécio.

O jornal afirma que o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, levou o dinheiro a Fred. Foram quatro entregas de R$ 500 mil cada uma. A PF filmou uma delas.

Segundo o Ministério Público Federal, o dinheiro não foi repassado a nenhum advogado. As filmagens da PF mostram que, após receber o dinheiro, Fred repassou, ainda em São Paulo, as malas para Mendherson Souza Lima, secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

Mendherson levou de carro a propina para Belo Horizonte. Fez três viagens seguido pela Polícia Federal. As investigações revelaram que o dinheiro não era para advogado algum. O assessor negociou para que os recursos fossem parar na Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella.

Em nota, a assessoria do senador Aécio Neves afirma que “aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos”. Destacou, ainda, que o tucano “está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos”. (Com informações do G1)

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Irmã de Aécio Neves é presa pela PF em Belo Horizonte

A irmã do senador e presidente nacional do PSDB Aécio Neves (MG) foi presa pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (18/5). A corporação informou que, por volta das 8h30, cumpriu um mandado de prisão contra Andrea Neves, localizada em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

No Rio de Janeiro, um chaveiro foi acionado para os agentes cumprirem o mandado de busca e apreensão no apartamento dela em Copacabana, na zona sul. A PF e o Ministério Público Federal (MPF) fazem operação no âmbito da Lava Jato, em Brasília, Belo Horizonte e na capital fluminense. O alvo é o senador, Andrea; e Altair Alves, considerado braço direito do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB).

A ação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou os afastamentos do tucano do mandato de senador e de Rocha Loures (PMDB-PR) do de deputado federal.

A operação ocorre um dia depois de a delação de Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, revelar que o tucano teria pedido R$ 2 milhões para pagar sua defesa na Lava Jato.

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