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Renata Banhara comenta infecção no rosto: ‘Ele derrete’

A modelo Renata Banhara falou das dificuldades que enfrenta, após uma infecção no dente ter se alastrado por sua estrutura óssea facial, no final do ano passado. “Em fevereiro, tive duas paralisias no rosto, que inchou e deformou. Ele derrete. Pareço uma boneca de cera de modelar que deu errado. Minha cabeça chegou a pesar um quilo e meio a mais”, afirmou durante o Câmera Record deste domingo.

A participante da quarta edição do reality show A Fazenda, que ficou conhecida nos anos 1990 por sua atuação na Banheira do Gugu, revelou as complicações por que passa: “Eu tenho vontade de me suicidar de dor. Preciso do remédio psiquiátrico para dar uma acalmada, porque a dor não vai passar de uma hora para outra, eu tenho que suportá-la para não fazer uma besteira”. Renata ainda passou por mudanças no corpo. “Calço 37, estou calçando 39 ou 40. Ganhei 14 kg com os medicamentos. Vestia 38, 40, estou em 44.”

Em abril deste ano, a modelo teve que passar por duas cirurgias no cérebro. As complicações começaram por conta de um tratamento de canal dentário realizado há seis anos. Bactérias se alojaram no local e se espalharam pelos ossos da face. “Estou doente, tenho as dores, mas não queria passar a imagem de coitada. Não quero que as pessoas me vejam. No dia a dia, fico um monstro. Uma coisa horrorosa. Eu me sentava no meu sofá e punha uma toalha no rosto, porque eu não queria que ninguém me visse.”

Renata afirmou que ainda não há previsão para total recuperação na infecção, mas segue com o tratamento. “Cheguei a tomar sessenta remédios por dia. Hoje estou, como dizem os médicos, desmamando. Estou tomando uma quantidade menor, mas não vamos parar nunca”, explicou.

Doenças matam mais do que violência em presídios do país

Os números impressionam: 517 presos morreram por complicações de doenças entre 1º de janeiro de 2015 e 1º de agosto. Durante o mesmo período, 37 detentos foram assassinados. Em seis anos, 278 dos 442 óbitos ocorridos foram causados por enfermidades. Foram cinco mortes por mês, entre 2010 e 2016. Os números estão em pesquisa do Ministério Público do Rio de Janeiro e do Instituto Igarapé. Na capital, o pior presídio no ranking saúde é o Evaristo de Moraes. No chamado Galpão da Quinta da Boa Vista, localizado no bairro de São Cristóvão, morreram 70 presos em sete anos. O estudo aponta a superlotação como causa. Apenas em 2015 foram 87 óbitos. Procurada pelo G1, a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária não quis comentar a pesquisa.

No resto do país, inspeções de peritos do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT), do Ministério da Justiça, dão conta, segundo o UOL, que os estados campeões em violações aos direitos humanos nas cadeias, com relação à saúde, são Pará e Pernambuco.

Conforme contabilizou o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) ao jornal: “pessoas privadas de liberdade têm, em média, chance 28 vezes maior do que a população em geral de contrair tuberculose. A taxa de prevalência de HIV/Aids entre a população prisional era de 1,3% em 2014, enquanto entre a população em geral era de 0,4%”.

Expectativa de vida de pessoas infectadas com HIV é de 78 anos, diz estudo

Jovens contaminados com HIV, que passam a tomar o coquetel de remédios, já conseguem ter uma expectativa de vida “bem perto da normal” graças a avanços no tratamento, de acordo com um recente estudo publicado na revista científica britânica The Lancet. Pessoas de 20 anos que começaram o tratamento antirretroviral em 2010 já têm uma expectativa de vida 10 anos mais alta que a de jovens da mesma idade submetidos ao tratamento em 1996.

Segundo os médicos, começar o tratamento o mais cedo possível é crucial para conseguir atingir uma qualidade de vida melhor e por mais tempo. O grande problema é que muitas pessoas ainda vivem sem saber que estão contaminadas.

Prevenção mais efetiva

Os autores do estudo, da Universidade de Bristol, disseram que o sucesso extraordinário dos tratamentos para o HIV – que causa a AIDS, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – resulta do surgimento de novos remédios com menos efeitos colaterais e mais eficientes para impedir a proliferação do vírus no corpo. Também ficou mais difícil para o vírus conseguir criar resistência aos remédios mais recentes.

A evolução dos exames para detectar o vírus e dos programas de prevenção, aliados aos avanços no tratamento de problemas de saúde causados pelo HIV, podem ter ajudado também, segundo o estudo.

A terapia antirretroviral envolve uma combinação de três ou mais remédios que bloqueiam o desenvolvimento normal do HIV. Eles já são considerados “umas das histórias de maior sucesso da saúde pública nos últimos 40 anos”.

A pesquisa analisou 88,5 mil pessoas com HIV de Europa e América do Norte que participaram de 18 estudos. Eles basearam a previsão para a expectativa de vida em taxas de mortalidade durante os três primeiros anos seguidos do início do tratamento.

Os autores descobriram que poucos pacientes que começaram o tratamento entre 2008 e 2010 morreram durante esse período – comparados com aqueles que começaram o tratamento entre 1996 e 2007.

A expectativa de vida para um paciente de 20 anos de idade que começou a terapia antirretroviral depois de 2008, com baixa carga de vírus, é de 78 anos de idade – bem similar à do resto da população saudável.

Michael Brady, diretor médico do Instituto Terrence Higgins Trust, entidade beneficente engajada especialmente em campanhas para reduzir a contaminação pelo vírus HIV, disse que o estudo mostra como as coisas mudaram desde o início da epidemia em 1980. Mas ele afirma também que pessoas acima dos 50 anos agora representam um terço dos contaminados com o vírus do HIV.

“Nós precisamos de um novo modelo para cuidar melhor dessas pessoas conforme elas vão ficando mais velhas, uma forma de integrar melhor os primeiros cuidados com serviços especializados sobre o HIV, e precisamos de uma conscientização maior para treinar as pessoas sobre o envelhecimento com HIV, para que estejamos prontos para ajudar as pessoas a ter uma vida melhor”, afirmou.

Conquista

Para Helen Stokes-Lampard, que comanda a associação de clínicos gerais Royal College of GPs, é “uma conquista tremenda o fato de a infecção que um dia teve um prognóstico tão ruim ser agora tão ‘controlável’ que pacientes com HIV estão conseguindo viver significativamente mais”.

“Nós esperamos que o resultado desse estudo avance para acabar com qualquer estigma restante associado com o HIV. E que ele garanta que pacientes com o vírus possam ter vidas saudáveis sem qualquer dificuldade para conseguir emprego ou para conseguir um seguro de saúde.”

A proporção de pessoas que têm o vírus do HIV mas ainda não foram diagnosticados tem caído bastante nos últimos 20 anos. Mas estima-se que uma em cada oito pessoas contaminadas ainda não sabe que têm o vírus.
O que é a terapia antirretroviral:

Foi usada pela primeira vez em 1996 e envolve uma combinação de três remédios ou mais para impedir a multiplicação do vírus HIV no corpo humano. O tratamento permite a prevenção de danos causados pelo HIV no sistema imunológico.

Remédios ainda mais eficientes descobertos recentemente têm menos efeitos colaterais do que os primeiros.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a terapia antirretroviral comece o mais cedo possível depois do diagnóstico do vírus.

Cocada com maracujá em versão saudável mata a vontade de doce: aprenda

A cocada é um doce muito querido pelos brasileiros, mas a versão normal não é nada saudável, apesar do coco ser o principal ingrediente. Isto porque a quantidade de açúcar ou leite condensado incorporado pode elevar, e muito, a quantidade de calorias e de glicose da receita.

Para matar a vontade de comer doces sem culpa ou remorso, a versão da cocada com maracujá, do médico Juliano Pimentel, é uma excelente opção. O coco possui propriedades bactericidas, antioxidantes, antiparasitárias, hidratantes, hipoglicemiantes, hepatoprotetoras e imunoestimulantes, além de ser uma excelente fonte de cálcio, magnésio, fósforo, ferro, sódio, selênio, iodo, zinco, flúor e manganês. Já o maracujá contém uma grande quantidade de antioxidantes, fibra, melhora a digestão, é diurético e ajuda no tratamento de diversas doenças, como ansiedade, depressão, hiperatividade, dificuldades do sono, nervosismo, agitação, pressão alta e inquietação. Confira a receita:

Ingredientes

2 xícaras de coco em flocos (sem açúcar) ou rale o coco em tiras grossas

1 xícara de xilitol

1/4 xícara de água

1/4 xícara de suco de maracujá

Óleo de coco para untar

Modo de preparo

Em uma panela, aqueça o xilitol com o suco de maracujá até derreter. Desligue o fogo, misture os outros ingredientes e mexa bem.

Unte uma forma ou travessa com o óleo de coco e coloque a mistura. Deixe esfriar e sirva.

ANS determina suspensão da venda de 38 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou a suspensão da venda de 38 planos de saúde de 14 operadoras, em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativas e demora no atendimento, recebidas no primeiro trimestre de 2017.

Em nota, a agência informa que a medida entra em vigor no dia 9 de junho e faz parte do monitoramento periódico feito pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, da ANS.

A lista com os planos que terão a venda suspensa está disponível no site da ANS. A decisão atinge mais 739 mil consumidores que, segundo a agência, “estão sendo protegidos”.

Os planos são alvo de reclamações recorrentes sobre cobertura. A medida é preventiva e vai até a divulgação do próximo ciclo de monitoramento. Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram cobertura indevidamente podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 250 mil.

Das 14 operadoras que estão neste ciclo, quatro já tinham planos suspensos no período anterior, do quarto trimestre de 2016, e dez não constavam da última lista de suspensão. Seis operadoras poderão voltar a comercializar 30 produtos que tiveram a venda suspensa. Três foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos e três tiveram reativação parcial. Isso ocorre quando há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários.

Neste ciclo, a ANS recebeu 14.537 reclamações de natureza assistencial em seus canais de atendimento, no período de 1º de janeiro a 31 de março. Desse total, 12.360 queixas foram consideradas para análise pelo programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento.

Segundo a agência, os beneficiários dos planos que foram suspensos continuam a ter assistência regular até que as operadoras resolvam seus problemas e possam receber novos beneficiários. Com informações da Agência Brasil.

Após passar mal, Beth Carvalho é internada no Rio de Janeiro

Beth Carvalho passou mal, no último sábado (27), e precisou ser internada no Instituto Procardíaco, localizado no Rio de Janeiro. A  assessoria de imprensa da sambista garantiu, à imprensa, que ela está no hospital somente para realizar exames de rotina. Vale recordar que, entre 2012 e 2013, Beth ficou longe dos palcos devido a um problema na coluna. A artista chegou a passar por uma cirurgia para colocar pinos ortopédicos.

Beber muito refrigerante traz danos ao pênis e ao sexo, diz pesquisa

Não é nenhuma novidade que beber refrigerante em excesso pode causar muitos problemas de saúde, relacionados à alta quantidade de açúcar presente na bebida. Mesmo assim, a galera continua ingerindo loucamente aquela Coca geladinha.

Agora, se faltava pouco para você desistir de vez, fique sabendo que uma recente pesquisa feita pela Universidade de Copenhague, descobriu que homens que ingerem muito refrigerante (mais de um litro por dia), podem ter problemas de disfunção erétil e a quantidade de seu esperma pode ser reduzida em 30%.

Os pesquisadores analisaram quase três mil homens e constataram que, aqueles que costumavam ingerir refrigerante em excesso, tinham a contagem média de 35 milhões de espermatozoides por mililitro. Já aqueles que não abusavam da bebida, possuíam 56 milhões. Embora 35 milhões seja uma contagem normal, os pesquisadores alegam que o abuso de refrigerantes possa causar infertilidade.

O estudo não exclui os refrigerantes diet dessas consequências, associando os danos aos adoçantes artificiais. Os cientistas também analisaram a alta concentração de cafeína na bebida e constataram que o consumo elevado dessa substância não está associado a nenhum tipo de dano ao pênis.

Médico brasileiro desenvolve vacina contra rinite (e ela funciona mesmo)

Eu não sei em que parte do Brasil você mora, mas é fato que o frio está chegando e com ele, o nariz começa a escorrer, seus olhos começam a coçar e você espirra desesperadamente por horas a fio.

E tudo pode ficar ainda pior, caso você decida tirar aquele agasalho que ficou guardado no fundo do armário durante meses. Bom, essas são apenas algumas das situações capazes de despertar uma crise de rinite, uma reação alérgica que ataca os brasileiros mais de 2 milhões de vezes por ano.

O sofrimento causado pelos sintomas já é bastante conhecido pelas pessoas que sofrem com rinite, mas temos uma boa notícia: existe vacina para a rinite e ela funciona mesmo.

Desde meados da década de 1980, o médico otorrinolaringologista Edmir Américo Lourenço, da Faculdade de Medicina de Jundiaí, em São Paulo, está pesquisando o desenvolvimento de vacinas contra a rinite produzidas por ele mesmo.

Segundo um estudo publicado pelo periódico International Archives of Otorhinolaryngology, Lourenço começou a testar as vacinas em pacientes com rinite alérgica em 2005. Uma década de depois, 79% dos participantes da pesquisa relataram que os sintomas simplesmente sumiram.

O estudo foi realizado em 281 pacientes com idades entre 3 e 69 anos, todos com rinite alérgica e alguns com asma associada. A primeira etapa da pesquisa consistiu em fazer um teste de sensibilidade cutânea nos voluntários para verificar se eles eram alérgicos a ácaros, fungos, pelo de animais, penas e pólen.

Com base nos resultados, Lourenço desenvolveu uma vacina para cada paciente, em uma técnica chamada imunoterapia – que já estava no radar dos cientistas desde 1835, pelo menos, mas agora surge com uma nova roupagem.

Os voluntários receberam mais de 30 vacinas ao longo de 14 meses, acompanhadas de pequenas quantidades de alérgenos – as quais foram aumentando com o passar do tempo. O resultado foi que, logo depois das primeiras vacinas, os pacientes não sentiam mais o nariz ficar entupido.

Só tem um porém na história: o preço do procedimento. Alguns hospitais públicos até fornecem a imunoterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a maior oferta se encontra em clínicas particulares. “O tratamento chega a custar entre 6 mil e 12 mil reais por ano”, diz o otorrinolaringologista Olavo Mion, professor da Universidade de São Paulo. Na experiência de Lourenço, as aplicações duraram um ano e dois meses. Mas esse tempo pode se estender até cinco anos.

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